FAQ
MB 01 - Sou da equipe UNISUL MINI BAJA, e gostaria de saber se existe alguma restrição em utilizar motor dianteiro.
Resposta - "Não existe restrição à utilização de motor dianteiro desde que o mesmo
atenda os requisitos mínimos de segurança previstos da Seção 3 do
regulamento".
MB 02 - A regra de 2006 existe uma especificação para os pivôs da suspensão, porém, não falou nada a respeito do sistema de direção. Nós, da equipe Vitória Baja utilizamos pivôs a 3 anos na direção, mas estão fora da especificação dos pivôs da nova regra. Este novo regulamento serve somente para a suspensão ou teremos que substituir o sistema de direção também?
Resposta - A regra é aplicável a todos os ball joints, independente de qual sistema são utilizados.
MB 03 (1) - No ítem 3.2.2.3 ( RRHLDB ) , está escrito no final do texto a seguinte frase :
" Lateral bracing may consist of two or more members . "
Mas nos desenhos abaixo aparece como aceitável apenas um membro no desenho da esquerda . Na minha opinião este desenho deveria conter os dizeres " NOT OK " como na seção 3.2.2.8.2 ( Rear Bracing ).
Resposta: Os travamentos diagonais podem consistir de um, dois ou mais membros. Portanto os desenhos da figura 6 estão corretos."
MB 03 (2) - No ítem 3.2.2.4 ( RHO ) , está escrito que a altura mínima entre o assento do banco e a parte mais baixa dos tubos superiores da gaiola de proteção deve ser de 1041 milímetros ( 41 polegadas ) . Mas o ítem 3.2.3 ( Driver head clearence ) diz que " in ALL CASES a minimum clearence of 5 inches ( 12,7 mm / outro erro pois 5 polegadas são 127 mm ) vertical clearence must be provide from the helmet top of the team's tallest driver to the bottom of the roll cage top tubes or members ".
Eu entendo isto da seguinte forma:
Se a Equipe tem um piloto de 1,90 metro a altura mínima dos tubos superiores da gaiola é de 1041 mm + 127 mm . Isto é 1168 milímetros medidos na vertical . Portanto no meu entendimento esta deve ser a altura mínima do habitáculo ou cokpit.
Portanto , como o veículo deve transportar uma pessoa de até 1,90 metro por ter de ser atrativo ao mercado consumidor , o regulamento deveria ser pedir altura mínima de 1168 milímetros para todos os carros e não só para aqueles que tenham pilotos altos . Hoje , com o regulamento desta forma , equipes que não tenham pilotos altos ( 1,80 a 1,90 metro ) podem ter a altura do habitáculo menor e podem não atender a este requisito quando um Juíz de 1,90 metro ou uma pessoa do mercado consumidor com mesma altura tiver que utilizar o veículo
Resposta: " Atentar para a definição de "driver" na página 18 e observar que as limitações do regulamento levam em conta um ser humano com tais características físicas. Em caso de pilotos com biotipo acima da definição, a equipe deve garantir, no caso do item 3.2.3, sempre um mínimo de 5 inches. Quanto ao erro na unidade ( 5 inches = 12,7 CM), o mesmo será corrigido na próxima revisão do regulamento."
MB 03 (3) - No ítem 3.2.2.8 ( FAB ) , está escrito que " FAB members shall be provide for the cage using either of the following methods : " .
Eu entendo esta frase como: " As gaiolas que estiverem usando membros FAB devem seguir os seguintes metodos : "
Ou seja , minha dúvida é se os membros FAB são obrigatórios para qualquer gaiola ou se a Equipe pode ou não utilizar estes membros dependendo do projeto de cada Equipe.
Resposta : "Seção 3, pág. 16, 13º nota."
MB 03 (4) No ítem 3.2.2.8.2 ( Rear Bracing ) , está escrito uma nota que diz o seguinte:
"NOTE : When bent tubing is used as a roll cage member , the inside radius of the bend must be no less than 5" , as measured by a circle gauge applied to the inside of the bend. "
Esta nota deveria estar no ítem 3.2.1 ( Roll Cage ) pois diz respeito aos tubos da gaiola de proteção e não aos tubos da traseira do carro. Quando li pela primeira vez , achei que somente os tubos da traseira se possuirem curvas deveriam ter raio maior que 5". Mas após ler novamente , precisei remodelar o desenho em CAD para alterar o raio mínimo das curvas da gaiola de proteção. Neste ítem ( Rear Bracing ) existe outro erro na parte dos desenhos que estou mandando em anexo .
Resposta : Todos os tubos dobrados devem ter um raio maior que 5". Apesar da regra estar correta (menciona que vale para todos os membros da rolcage), vamos avaliar o reposicionamento da nota dentro da regra. Com relação ao desenho, não existe erro. Favor verificar o primeiro parágrafo do item 3.2.2.8.2 - "A bent tube not exceeding 28” between attachment points may be considered as one side of a triangle.
MB 03 (5) - No ýem 3.2.2.6 ( SIM ) , esta escrito que a barra SIM deve estar a uma altura mínma de 6 a 12 polegadas medidas apartir do assento do piloto. Hora se existe uma faixa entre 6 e 12 polegadas entre 2 pontos de fixação esta barra não precisa estar na horizontal , uma vez que esta opção seja possível . Esta barra pode também estar inclinada sendo mais alta ou mais baixa dentro do limite no ponto de contato com RRH ou com SF. Isto é uma limitação de design e formato do veículo. Gostaria de saber se é permitido a barra ser posta inclinada respeitando o mínimo de 6 polegadas e o máximo de 12 . Ainda acho quanto mais alta for a barra mais seguro é para o ocupante , ou seja , nos baja mais antigos 'so era dito que esta barra deveria estar a uma altura mínima de 200 milímetros da LFS e o resto era por conta da Equipe . Assim existia uma variedade enorme de formatos e desenhos que diferenciavam bastante os bajas.
Resposta: "A regra afirma que a barra SIM deve ser posicionada na horizontal, porém a intenção deste item da regra admite que a mesma seja posicionada de forma inclinada, respeitando o envelope entre 6 e 12 polegadas do ponto mais baixo do assento do piloto, na posição horizontal. Vamos mencionar isso na próxima revisão da regra".
MB 03 (6) - No ítem 3.2.2.7 ( FBM ), esta escrito que a FBMup tem de estar em um angulo máximo de 45 com a vertical. Ou seja , ou se usa "parabrisa reto como os caminhões cara chata ou se usa até 45 graus. A minha dúvida é :
Se a FBMup do meu carro estiver a 45 graus com a vertical , posso ter uma barra na frente dela com mais de 45 ( 55 como mostra a figura em vermelho ) que se estenda até a parte frontal do carro? Se existe a opção de colocar outra barra entre 0 e 30 graus ( item 3.2.2.8.1 Front Fore-AFT Bracing ) no desenho convencional do regulamento , a barra FBMup serve como Front Fore-AFT Bracing se for colocada uma barra com mais e 45 antes dela?
Os carros ficam muito curtos para pessoas perto e 1,90 metro com esta limitação de 45 graus. Claro , pode-se fazer um degrau como mostram as outras figuras , mas acho que este angulo deveira ser permitido até 60 ou 65 graus.
Resposta: " Cabe à equipe definir, dentro das limitações do regulamento, quais são os tubos FBM e FAB. Lembrar que a função da FBM é proteger o piloto em caso de capotamento .
MB 03 (7) - Gostaria de esclarecer somente uma dúvida quanto a parte traseira do veículo:
O único material permitido para contruir a gaiola de proteção é o aço que contenha no mínimo 0,18% de Carbono . No meu entendimento , a gaiola de proteção começa no plano definido pela RRH e vai até o ponto mais extremo da dianteira do carro . Sendo assim , a parte traseira ( Rear bracing ) e ( HMX ) podem ser feitos em alumínio bem como as fixações de motor, transmissão e suspensão para serem aparafusados ( bolted ) na RRH em no mínimo 4 pontos.
Este tipo de construção é permitido?
Resposta: Os elementos da roll cage estão definidos no item 3.2.2.1 .
MB 04 (1) - Qual o motivo de mudar a distância de posicionamento da SIM de no mínimo de 8' a no máximo de 14' para o antigo de 6' mínimas e 12' máximas, isso implica que se a equipe for representar o Brasil nos EUA terá que mexer na gaiola do veículo ou fazer outra o que é extremamente dispendiosa.
Resposta : " Não houve mudança no regulamento de 2005 para 2006 neste item."
MB 04 (2) - Qual o motivo de se alterar o dimensionamento do tubo na seção 31.4 (a) e (b), a mudança da espessura, isso também complicará as equipes que almejam ir para os EUA representar o Brasil já que terão de adequar todo o chassi para o evento de lá, refazer um chassi não é só mudar tubo.
Resposta : Não houve mudança no regulamento de 2005 para 2006 neste item."
MB 04 (3) - A respeito da nota que a regra américa traz na seção 31.4 depois da letra (b) :" NOTE: The use of alloy steel does not allow the wall thickness to be thinner than 1,65mm (.065inch)." , agora então com a regra brasileira esta nota esta invalidada a espessura máxima de qualquer tubo de liga de aço deve ter no mínimo parede de 2,10mm.
Resposta : A nota mencionada não faz parte e portanto não é aplicável ao regulamento nacional.
MB 04 (4) - Vocês poderiam explicar melhor a seção 3.8.5 BALL JOINTS, não entendemos o que se pede para que se use apenas o terminal esférico, ou ponteira ou pivô "E", eu terei que sair abrindo todos os pivôs antes de compra-los, poderiam me esclarecer melhor o porque que o "E" é o único permitido.
Resposta: O uso exclusivo do terminal esférico mostrado na figura 27, modelo "E" visa garantir a que terminais de boa qualidade serão utilizados, evitando modelos com projeto ou processo de fabricação indesejado e de baixa confiabilidade. Porém, a explicação do regulamento não ajuda para este entendimento. Após discussões com a SAE Internacional, decidimos pela revisão da regra, que será feita nos próximos dias.
MB 04 (5) - Na seção 4.1.1.1.3 Registro Fotográfico do Veículo, essas fotos devem ser tiradas, do carro montado sem a carenagem (chassi e peças) ou ele todo completo com a carenagem, essas fotos são para serem enviadas com antecedência, quando seria, ou entregues no dia do evento na prova que for
exigida.
Resposta : Item 4.1.1.1 - Equipes deverão apresentar seus veículos para a parte estática da Inspeção Técnica e de Segurança munidos dos seguintes documentos: 3. Registro fotográfico do veículo: informações no item 4.1.1.1.3.
Item 4.1.1.1.3 - As fotos devem ser tiradas com o veículo na configuração apresentada na Inspeção Técnica e de Segurança e ficarão em poder da SAE BRASIL. Fotos de veículos semi-acabados ou discrepantes com o modelo apresentado, não serão aceitas (não são consideradas discrepâncias: cores, acabamento, arenagem, limpeza, etc)."
MB 05 - Nós da equipe Vitória Baja estamos com algumas dúvidas quanto aos terminais esféricos, pois no site da Sae Internacional, mais precisamente no Forum da Competição MidiWest de Mini Baja, consta que houve um "equívoco" quando disseram que somente o Terminal E da figura da Regra 2006 poderia ser utilizado. Muitas equipes questionaram devido ao difícil acesso a esse específico sistema e à diferença de funcionamento dele perante os demais terminais da figura, já que os outros modelos também garantem um sistema seguro.
Esses foram alguns questionamentos mencionados no forum americano. Logo abaixo está a resposta do Comitê Tecnico Americano a respeito desta questão. Podemos ver na resposta que a regra foi alterada.
Resposta: A intenção da regra sobre os terminais esféricos era garantir o uso de unidades com alta confiabilidade. Porém da forma que foi apresentado no regulamento causou confusão e difícil entendimento. Portanto a regra nacional será revisada, de forma similar à norte-americana.
MB 06 - Gostaria de tirar uma dúvida a respeito do ítem 2.3.2 do regulamento "SAE Mini-Baja BRASIL 2006", que regula o uso de instrumentos à bordo do veículo. Para facilitar, transcrevi o trecho do regulamento:
2.3.2 Instrumentos à Bordo do Veículo – Aquisição de Dados
L1 Instrumentação e outros dispositivos de aquisição de dados são permitidos a bordo do L2 veículo, porém a fonte de energia para tais equipamentos deve vir de baterias seladas, secas L3 (alcalinas) ou tipo gel. No caso de impactos ou capotamento, as baterias não devem L4 derramar nenhum fluído. A energia das baterias deve alimentar os instrumentos numa L5 potência inferior a 50W. Para controle de suspensão, transmissão, ou combustível, a energia L6 deve vir do próprio motor. A configuração das baterias deve ter
aprovação oficial dos Juízes L7 Credenciados de Segurança e para prevenir divergências, seu uso não é
recomendado. L8 Caso sejam usadas, os sistemas devem aparecer nos Relatórios de Projeto e Custos.
Na linha 5: Para controle de suspensão, transmissão, ou combustível, a energia deve vir do próprio motor.
Isso significa que eu poderia instalar o alternador original do motor Briggs & Stratton para alimentar um motor elétrtico que controlaria as
trocas de marchas? caso afirmativo, qual seria a potência elétrica máxima
permitida, 50W?
Resposta: A potência máxima é limitada para baterias (50W). Para alternadores, desde que não aimentem uma bateria, a regra não impõe limite. Entretanto, práticas de engenharia serão observadas e você pode ter que demonstrar que seu projeto é seguro.
MB 07 - Na página 36, no sub-ítem "Spill Prevention" diz que o combustível (que cai fora do tanque) deve ser drenado da proteção por um tubo até o fundo do carro. E diz também que devem ser protegidos do contanto com o commbustível o piloto, o motor, a ignição e a descarga. As fotos de exemplo mostram como
aprovadas proteções que parecem fazer com que o combustível que eventualmente caia sobre a descarga também seja drenado para o fundo do carro. Gostaria de confirmar se o combustível que eventualmente caia sobre a descarga também deve escoar para o fundo do carro ou apenas seja desviado da descarga e motor, como pedido anteriormente.Nesta regra também não encontrei a obrigatoriedade (comum no anos
anteriores) dessas linhas (de dreno de combustível e também do suspiro do tanque) de terem o conhecido caminho "S". Gostaria também de ter confirmado a não obrigatoriedade desse item
Gabriel (COXA) Bueno
Equipe Mini-Baja UFMG
Resposta: A intenção da regra é de evitar que, durante um abastecimento, o combustivel derramado sobre o tanque possa entrar em contato com alguma parte quente. Por isso ele deve ser drenado para uma posição abaixo do motor. Mas não se espera que derrmamentos aconteçam em grandes áreas ao redor do tanque, mas sim próximos à este. Entretanto, é certo que respingos atinjam áreas mais distantes do bocal do tanque (principalmente quando se retira o galão após o abastecimento). Assim, a descarga, e outras áreas quentes, que estejam longe do bocal do tanque, precisam estar cobertas, mas não necessariamente drenadas.
Quanto ao respiro do tanque, veja item "3.6.2.1 Fuel Tank Vent"
MB 08 - Cara Vanessa Viana , meu nome é Pedro sou aluno da FEI e estou fazendo o relatório de custos da Equipe FEI Mini Baja, tive a sequinte duvida durante a realização, gostaria de confirmar o que entendi , quando compro um sub-sistema pronto como no caso CVT, apenas gasterei tempo para montagem no carro e nao do sub-sistema.
Reposta: Arquivo Excel, planilha "SAE Brasil", célula A15. Cabe à equipe definir quais peças fazem parte do sub-sistema. Observar também as instruções da célula A12 da mesma planilha, que servirá para ajudar na avaliação do sub-sistema."
MB 09 - Durante a relização do relatório de custo tive a sequinte duvida, a unidade na qual a tabela de custo do sub-sistema da forma B , esta unidade vem a ser a unidade em volume o a unidade do peso?
Resposta : As instruções para preenchimento do Form B estão no arquivo Excel, planilha "Instructions", célula A32. As unidades utilizadas devem ser coerentes com a forma de cálculo definida pela equipe. No mesmo arquivo, planilha "Sample B" são apresentados exemplos."
MB 10 - Olá amigos da SAEBRASIL, gostaria de uma orientação referente a construção da gaiola no que se refere a barra mostrada na figura 11-rc6 do manual de instruções da competição mini-baja 2006.
Minha dúvia é a seguinte: Estamos construindo um gaiola com barras frontais( curvas) que ligam o ponto B ao ponto A com um ângulo de 58,5467185º. Com essa disposição das barras é necessessário a utilização da
barra FABup que passa pelo ponto E na mensionada figura.
Resposta: Infelizmente não foi possível entender sua dúvida pois na figura 11-RC6, os pontos A e B formam o RRH. Peço que detalhe melhor e, se possível, envie um desenho. Aproveito para solicitar que junto à sua dúvida descrevam porque consideram que o projeto cumpre com o regulamento. Como vocês sabem, cabe
aos alunos interpretar o regulamento e provar que a solução adotada cumpre com o requerido. Sem a análise da equipe baseado no regulamento, o Comitê Mini Baja não poderá se posicionar sobre o projeto do veículo.
MB 11 - Gostaríamos de tirar algumas dúvidas quanto à construção do carro e quanto ao regulamento, enumeradas abaixo:
1.: Estamos enfrentando dificuldades em encontrar para compra o tubo especificado no regulamento ( Ø25.4mm, parede 2.1mm, ao menos 0,18% de Carbono ). Pode ser utilizado outro tubo na construção do carro sem que implique na desclassificação de nossa equipe nas provas estáticas? Gostaríamos também que nos fosse indicado algum revendedor tais tubos
Resposta: 1) Observem que o item 3.2.4 do regulamento não restringe apenas ao tubo especificado no parágrafo a). The material used for entire required roll cage members specified in 3.2.2.1 must, at a
minimum, be:
(a) Circular steel tubing with an outside diameter of 25.4 mm ( 1 inch) and a wall thickness of
2.10mm ( 0.083 inch) and a carbon content of at least 0.18.
Or
(b) Steel members with at least equal bending stiffness and bending strength to 1018 steel
having a circular cross section having a 25.4 mm ( 1 inch) OD and a wall thickness of 2.10 mm
( 0.083 inch).
MB 11.2 - O relatório de projeto limita-se em 10 páginas excluindo-se a capa, com 4 páginas opcionais sem textos para fotos, gráficos e afins. Gostaríamos de saber se os desenhos de projeto fazem parte das 10 primeiras páginas ou se devem ser entregues anexados à ficha técnica do veículo ( seção 7 do regulamento ), assim como os desenhos da gaiola anexados à ficha técnica da gaiola ( seção 6 do regulamento);
Resposta: Cabe à equipe avaliar e decidir quais informações devem estar presentes no relatório de projeto, conforme apresentado no regulamento. "O Relatório de Projeto deve apresentar de forma clara, limpa e organizada as considerações de engenharia e os processos utilizados no desenvolvimento de cada sistema. Esta descrição deve incluir: objetivos, requisitos do cliente, soluções consideradas (ex: câmbio manual x CVT; suspensão traseira independente x balança rígida; etc.), melhorias com relação a projetos anteriores, cálculos, análises, resultados de testes, etc." Cabe lembrar que o relatório deve seguir o formato padrão para publicações técnicas da SAE.A Seção 7 não deve possuir anexos. A Seção 6 deve possuir como anexo os cálculos de equivalência, se necessários.
MB 11. 3 - Gostaríamos de saber se a ficha de inspeção técnica segurança é fornecida pela SAE nos dias de competição ou se devemos leva-la previamente preenchida.
Resposta: A ficha será disponibilizada no site da SAE BRASIL nos próximos dias. Verifiquem com atenção as instruções do item 4.1.1 e seus sub-itens.
MB 12 - Na página 18, no item 3.2.2.2
O tubo RRH deve ter um ângulo de +/- 20 graus do ponto A até o ponto B.
Este ângulo é consideravelmente grande, não permitindo que a estrutura da gaiola seja construída de forma adequada. Está duvida é reforçada pela informação contida na figura 10-RC5, da página 21, onde o desenho maior (superior) está escrito ≤± 20 “. Parece que isto significa menor do que 20 graus aproximadamente.
Resposta: O ângulo em questão refere-se à vista lateral do chassis. Portanto o ângulo entre os pontos A e B pode variar da posição vertical (0 graus) até 20 graus para frente ou 20 graus para trás.
MB 12.1 – Qual a definição de “Bitola máxima”? É a distância entre o centro de cada pneu ou da parte externa.
Cabe ressaltar que no relatório de conformidade nossa equipe foi penalizado quando utilizamos as duas alternativas.
Na primeira a medição foi feita a partir do centro do pneu... um dos avaliadores, aluno de graduação, me informou que estava errado e que este conceito existia em qualquer livro elementar de mecânica... pois na última competição fomos penalizados por que a distância foi medida a partir da parte externa do pneu.
Resposta: As bitolas dianteira e traseira são medidas das linhas de centro dos pneus. Acredito que o problema de vocês tenha sido um caso isolado pois nunca fomos alertados sobre este problema. De qualquer forma vamos enfatizar com os juizes deste ano para que tais problemas não ocorram. Lembramos também que em casos como o que o Prof. citou, o regulamento prevê a emissão de protestos (item 5.9) que, em se comprovando a medição de forma errada, certamente a medição seria refeita sem prejuízo para a equipe
MB 13 - Como sugestão:
1. pg 65 .”A folga do platinado é livre”. Os motores utilizados na competição não tem platinado.
2. pg 65 “A regulagem das agulhas de alta e baixa do carburador é livre”. O carburado utilizado não tem agulhas.
Resposta: Agradecemos as sugestões sobre os itens do motor. Já estão sendo feitas avaliações para possíveis correções
Com relação ao cinto, não temos como afirmar do que se trata essa data de homologação sem ter o cinto de segurança em mãos. O que vocês precisam atentar na hora da compra do cinto é se ele tende ao modelo requerido na regra (itens 3.4.1 e 3.4.1.1), com a devida homologação (SFI 16.1) e que esteja dentro do prazo de validade (item 3.4.1.2).
A única exclusividade dos veículos com motor dianteiro é o item 3.3.3.1. Todos os demais itens do regulamento aplicam-se igualmente para veículos com motor dianteiro ou traseiro. Sobre as proteções necessárias para o sistema de transmissão (incluindo o eixo cardan) os requisitos estão descritos no item 3.9.1. Quanto ao uso da embreagem, não existe nenhuma limitação específica.
Como última recomendação, já que será o primeiro ano de participação de vocês, procurem ler com muita atenção o regulamento da prova, principalmente os itens da Seção 3 que trata dos itens de segurança. MB 14 - Nós da UNISUL - Universidade do Sul da Santa Catarina - estreantes no SAE Mini Baja, temos as seguintes dúvidas.
Em contato com um membro de nossa equipe que neste momento está na Argentina passando férias e verificando os preços de alguns componentes por lá, pergunto: "Temos um distribuidor Simpson em Buenos Aires, e o cinto de segurança que este revendedor possui em estoque tem um a etiqueta de homologação de 1998"... Trata-se esta data da homologação de um determinado "modelo" de cinto de segurança - em conformidade com uma norma desta época - ou do produto específico?"
Nosso sistema de transmissão será do tipo "transeixo" com motor dianteiro e tração traseira, com caixa de mudanças na traseira. Imagino que os colegas já perceberam que teremos um eixo para simples transmissão até a caixa de mudanças... Pergunta-se: "A SAE poderia nos recomendar algum sistema de "enclausuramento" deste eixo para evitar acidentes?" E se a SAE faz alguma referência quanto a posição do sistema de embreagem?" Existe um sistema de embreagem centrífuga em nossa caixa de mudanças... Posicioná-la de modo à não girar o eixo de transmissão em marcha lenta é recomendável?
Resposta : Com relação ao cinto, não temos como afirmar do que se trata essa data de homologação sem ter o cinto de segurança em mãos. O que vocês precisam atentar na hora da compra do cinto é se ele atende ao modelo requerido na regra (itens 3.4.1 e 3.4.1.1), com a devida homologação (SFI 16.1) e que esteja dentro do prazo de validade (item 3.4.1.2).
A única exclusividade dos veículos com motor dianteiro é o item 3.3.3.1. Todos os demais itens do regulamento aplicam-se igualmente para veículos com motor dianteiro ou traseiro. Sobre as proteções necessárias para o sistema de transmissão (incluindo o eixo cardan) os requisitos estão descritos no item 3.9.1. Quanto ao uso da embreagem, não existe nenhuma limitação específica.
Como última recomendação, já que será o primeiro ano de participação de vocês, procurem ler com muita atenção o regulamento da prova, principalmente os itens da Seção 3 que trata dos itens de segurança.
MB14 - Tenho a seguinte dúvida em relação ao regulamento do mini-baja:
Em relação ao material da estrutura, o regulamento especifica que o tubo deve ser de aço, com rigidez e resistência a flexão pelo menos iguais ao do aço SAE 1018, com geometria determinada. Entretanto o valor do limite de escoamento dado é bastante alto para um aço de baixo carbono (370 MPa),> dificultando a comparação com outros materiais. Existe alguma razão especial para este valor ser tão alto?
Em relação à planilha de custos, o item "Form B Issues and Editing", em "Instructions" cita que para acrescentar-se uma seção adicional na planilha Form B deve-se selecionar as linhas 2 a 37. O correto não seria de 2 a 27?
Resposta: O limite de escoamento de 370MPa, que pode ser alcançado em tubos de aço 1018 através de trabalho a frio, é um valor de referência mínimo para a resistência do tubo.A sua colocação em relação à planilha de custos está correta. Corrigiremos o arquivo e colocaremos a nova versão no site da SAE Brasil. Agradecemos a sua contribuição."
MB15 - João Silva Acioli, Equipe Mangue Baja, UFPE.
1. Quanto ao relatório de custos, como deve ser contabilizado o ato de moldar os tubos para que se encaixem (o que aqui chamamos 'chanfro')?
2. O que é Radiusing Tube Ends?
Resposta : O Item "radiusing tube ends" refere-se exatamente ao ato de conformar e/ou desbastar as extremidades dos tubos para encaixe e posterior soldagem."
MB16 - Meu nomé é Luis Felipe e faço parte da equipe EESC USP Mini Baja. Gostaria de saber se tubos na regra americana serão aceitos na competição Brasileira. Segundo a regra americana os tubos que fazem parte do SIM, do LFS e do FAB podem ter diâmetro externo de 25,4mm e espessura de 0,89mm, no entanto ao verificarmos a regra nacional tais tubos fogem a regra. Como estamos construindo nosso chassi seguindo as regras americanas nos deparamos com tal problema.
Resposta: Os veículos devem cumprir o regulamento nacional na íntegra. No caso apresentado, todos os membros definidos no item 3.2.2.1 devem cumprir com os requisitos do item 3.2.4. Para a competição brasileira, em caso de discrepância entre o regulamento nacional e o americano, prevalece o regulamento nacional."
MB17 - Gostaríamos de esclarecer a seguinte dúvida: é possível fazer um único documento (com o título global e autores na primeira página, como recomendado nas normas, obedecendo margem superior de 90mm para início das colunas) com seus respectivos ítens subordinados, oraganizados numericamente (1 Sistema de Direção, 2 Sistema de Freio, etc.) ou cada um desses ítens deve ser um documento novo, contendo na sua página de abertura o título e autores no cabeçalho?Ficamos aguardando sua resposta.
Osmar, Paulo e Atílio (Alunos da Universidade Tuiuti do Paraná - UTP)
Resposta: Conforme item 4.1.3.2 do regulamento, o Relatório de Projeto deve seguir o formato para Publicações Técnicas da SAE. O padrão pode ser encontrado no site da SAE BRASIL http://www.saebrasil.org.br). Relatórios em outro formato não serão avaliados.Portanto, como vocês mesmo colocaram na pergunta, sigam o recomendado nas normas.
MB18 - Gostaria de saber se é obrigatória a tradução dos tópicos do Relatório de Custo.
Resposta: Não é necessário traduzir o relatório.
MB20 - Meu nome é Luis Felipe, sou da equipe EESC USP Mini Baja. Como todos sabem, participamos da competição Nacional com reais chances de nos qualificarmos para a competição SAE Midwest Mini Baja. Devido a tal fato, estamos construindo nosso carro a partir da regra da competição americana. No entanto, nos deparamos com um conflito entre as regras brasileira e americana. Na regra Norte Americana, pode-se usar os tubos do FAB, LFS e SIM com 25,4mm de diâmetro e 0,89mm de espessura. Porém, tais tubos com essas dimensões fugiriam da regra Nacional. Como o tempo entre a competição Brasileira e a Americana é muito pequeno, torna-se inviável a construção de um novo chassi nesse período.Gostaríamos que o comitê reavaliasse tal regra, pois tal fator prejudicaria todas equipes brasileiras. No nosso caso, haveria um acréscimo de peso de 8kg, pois na regra americana a parede dos tubos (com excessão dos citados acima) devem ter parede mínima de 1,65mm. Logo, se não pudermos usar o tubo em questão (d=25,4mm), nosso chassi ficará bem mais pesado, o que tornaria o carro menos competitivo na competição americana.
Resposta: O Comitê Mini Baja avaliou a mudança implementada pelos norte-americanos, que libera o uso de tubos com dimensões mínimas de 25,4mm de diâmetro e espessura de 0,89mm e decidiu pela não adoção do mesmo por questões de segurança
MB21 - Olá, sou da Poli-USP, e tenho uma dúvida quanto ao relatório de custos. As plotagens com vistas explodidas dos subsistemas têm limite de tamanho da folha? Além disso, quanto ao subsistema "Fasteners", é necessário uma vista explodida apenas dos parafusos e outros itens enfileirados, ou esta deve ser feita de outra forma?
Reposta : Uma vez que as plotagens farão parte do relatório, os mesmos devem respeitar a formatação apresentada no item 4.1.4.2. Com relação ao item "fasteners", os desenhos de cada sub-conjunto devem indicar a posição dos mesmos, comprovando assim a quantidade de peças a ser descrita no Form A "Fasteners".
MB22 - E quipe Beirute, do Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Estou fazendo os testes para piloto da equipe, mas na minha carteira vem escrito permissão. Eu gostaria de saber se posso competir com a permissão ou preciso ter a carteira permanente.
Resposta: Você precisa ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida, seja ela provisória ou definitiva
MB23 - Olá, sou da equipe X-Bauru, tenho uma dúvida sobre o relatório de custos:
Por exemplo, quando eu for colocar o nome das peças no(Part name), posso colocar em portugues???
Por exemplo nas peças q usinamos como q fica?
Resposta : Sim, o preenchimento do relatório pode ser feito tanto em português como em inglês.
MB24 - Algumas das divisões das planilhas dos relatórios de custos não ajudam na hora de criar as vistas explodidas. É permitido unir alguns subsistemas (suspensão dianteria e direção, suspensão traseira e transmissão, body e frame) para que não fiquem com alguns elementos "voando" em determinadas imagens?
Resposta: Os sub-sistemas não podem ser unidos na planilha de custos, pois isto implicaria em modificar o arquivo Excel original. Nada impede porém que a mesma vista explodida sirva a mais de um sub-sistema, considerando que as peças devem estar com suas referências claras e organizadas.
MB 25 - Tenho toda a planilha de custos pronta, na planilha antiga. É necessário refazê-la toda para usar a planilha revisada?! Quais foram as mudanças?
Resposta: Se você se refere ao fato de que poderia utilizar a planilha da competição 2005 para o ano de 2006, esclarecemos que para o ano de 2006, consideramos que se trata de um projeto novo, e portanto com todos seus relatórios e documentos também novos. Sendo assim, esperamos receber os relatórios de projeto e custos referentes ao projeto de 2006, seguindo as regras de 2006. Lembramos que a utilização de relatórios de anos anteriores podem acarretar em penalizações na avaliação dos mesmos.
MB 26 - Olá meu nome é Fernando sou aluno da unesp bauru e gostaria de tirar uma dúvida à respeito dos anexos do relatorio: eles podem ser em folha A3 ou A2 desde que ao dobrá-las segundo as normas técnicas, elas fiquem em formato A4?
Resposta: O formato das páginas do relatório devem seguir o formato descrito no item 4.1.3.2 da regra. Páginas que não respeitem o formato serão desconsideradas.
MB 27 - 1. Gostaríamos de saber se é possível colocarmos fotos esquemáticas no relatório para explicar os sistemas empregados no carro;
Resposta : 1- Para o Relatório de Projeto, a introdução de fotos, figuras e gráficos é permitida, sendo opção da equipe, devendo sempre respeitar o formato descrito no item 4.1.3.2 da regra. Caso você se refira ao Relatório de Custos, a equipe deve anexar para cada sub-sistema uma vista explodida do mesmo conforme item 3.8 da pasta "SAE Brasil" da planilha Excel.
MB27. 2. A introdução faz parte como corpo principal do relatório?
Resposta :- Sim.
MB27.3 - No "Form B" do relatório, na coluna "amount", para descrever quantos metros de tubo de ferro são empregados, por exemplo, qual a unidade utilizada em tal coluna?
Resposta: No seu exemplo, para descrever a quantidade de tubos de aço, você pode trabalhar com três opções:
a- calcular o volume de material empregado, utilizar m^3 (metros cúbicos), e multiplicar pela densidade informada na "cost tables" para obter o peso;
b- utilizar metro linear (m), calcular a densidade linear do tubo, e
calcular o peso;
c- informar diretamente o peso do tubo.
MB28 - Olá, sou da equipe X-Bauru, gostaria de saber se é necessário utilizar os preços da tabela (Cost Event Tables) no caso do aço, ou é necessário q eu utilize o preço do aço que foi comprado no varejo, por exemplo (Mild Steel, na tabela está $1,49), posso utilizar este valor(que seria um valor comum a todas as equipes???) e apresentar a nota com o preço de varejo??? Outra dúvida, é se há a necessidade de colocar os nomes das peças(componetes) do corro em inglês)???
Resposta : O valor utilizado pela equipe deve ser obrigatoriamente o que consta na pasta "Cost Tables" da planilha oficial. A nota fiscal, mesmo com valor diferente, deve ser apresentada como prova de compra.
Os Relatórios de Custo e de Projeto podem ser preenchidos em português ou inglês, a critério da equipe
MB29 - Obrigado pela resposta sou da equipe X-Bauru da Unesp Bauru e a minha dúvida quanto a norma é que outro tipo de luz de freio (carro ou moto) ou poderia estar usando de modo a estar adequado à norma SAE 759?.
Resposta: Vocês podem utilizar qualquer luz de freio que atenda à norma. Sabemos que boa parte das luzes utilizadas em veículos de passeio atendem à norma, mas não temos como indicar uma. Cabe à equipe tomar esta decisão
MB30 - 1 Gostaríamos de saber se é possível colocarmos fotos esquemáticas no relatório para explicar os sistemas empregados no carro;
Resposta: Para o Relatório de Projeto, a introdução de fotos, figuras e gráficos é permitida, sendo opção da equipe, devendo sempre respeitar o formato descrito no item 4.1.3.2 da regra. Caso você se refira ao Relatório de Custos, a equipe deve anexar para cada sub-sistema uma vista explodida do mesmo conforme item 3.8 da pasta "SAE Brasil" da planilha Excel.
MB30. 2 .A introdução faz parte como corpo principal do relatório?
Resposta: Para o relatório de projeto, sim. Para o relatório de custos, verifique o item 4.1.4.1
MB 30.3 No "Form B" do relatório, na coluna "amount", para descrever quantos metros de tubo de ferro são empregados, por exemplo, qual a unidade utilizada em tal coluna?
Resposta: As instruções para preenchimento do Form B estão na planilha de custos, pasta "Instructions", célula A32.
MB31 - Gostaria de saber como devo fazer com os itens do Relatorio de Custo que não estão na listagem de preço da "Cost Tables ($)", por exemplo o torno convencional. E como deve fazer com os materiais que não estão especificados na listagem, qual é o seu preço e densidade.
Resposta: As suas dúvidas estão respondidas na planilha de custos, pasta "SAE BRASIL", células A10 e A11
MB32 - Olá, a equipe UFPBaja esta com algumas dúvidas:
O registro fotografico tem q ir junto com os relatorios?
A ficha tecnica do carro conta nas 10 paginas no relatorio de projeto, ou nas 4 paginas de anexo? Ou seja, o máximo são 14+ficha=15 ou 13+ficha=14 ?
Ou sjea, ela deve ser considerada um anexo ou uma página do relatório?
O Relatorio de custo tem que ser preenchido em inglês?
Se se o processo de fabricação não estiver na tabela, eu tenho que coloca-loi no formulario B esse processo e deixar o resto: "Amount", "Unit", "$/Unit" e "Cost" em branco e colocar o custo diretono Labor Cost do formulario A? ou não coloca nada no B se não tiver na tabela? E a explicação do processo eh pra ficar no formulario A ou B?
Ja que não há espaço, onde a vista explodida dos subsistemas deve contar no formulario A? Pode ser em uma página subsequente? As partes devem ser indentificadas e relacionadas em legendas?
Resposta: 1) Registro fotográfico: item 4.1.1.1
2) Ficha Técnica do Veículo - item 4.1.3.
3) O relatório de custos pode ser em inglês ou portugues
4) Processo de fabricação não presente na tabela: planilha de Custos (Excel), pasta "SAE BRASIL", célula A10.
5) A vista explodida deve ser colocada após os Formulários do respectivo sub-conjunto, com as referências necessárias para o correto entendimento da montagem
Olá Comissão Técnica,
estamos com algumas dúvidas com relação ao suspiro do tanque. De acordo com a frase: "3.6.2.1 Fuel Tank Vent >> A check valve in the fuel cap that prevents fuel from leaking in a rollover or the car being on its side is required. The check valve must be completely sealed to the cap. Note: Vent lines out of the tank are no longer allowed. Teams cannot add any additional hole to the stock tank." Ou seja, o tanque tem que possuir uma válvula para escape de combustível no caso de um capotamento e o mesmo tanque não poderá possuir nenhum furo além do furo de abastecimento. Tudo bem, então como deve ser feito o suspiro do tanque? Pois este item restringe o abertura de furos no tanque, bem como no item 3.6.4.2 que restringe abertura de furo na tampa. Outra, nosso protótipo possuirá uma placa aquisitora de dados, sendo que um dos dados coletaos é o nível do tanque, que seria aberto um pequeno furo no tanque e colocado um cilindo de
nylon com um fio tipo resistência e este vedado passando apenas os fios que seriam ligados à placa. Em 2005 fizemos isto e não houve nenhum problema
por parte dos juízes de segurança. Nós poderemos instalar este sistema no
tanque?
Resposta: A regra é clara: "A check valve in the fuel cap that prevents fuel from leaking in a rollover or the car being on its side is required". Ou seja, a válvula deve ser instalada na Tampa do Tanque. Furos no tanque são proibidos. Não haverá excessão à regra neste item.
O item 3.6.4.2 obriga a instalação de vedação adicional na tampa do tanque, que originalmente não é vedada para que funcione como respiro.
MB 33 - Os circuitos eletrônicos do nosso baja não consomem mais do que 10W, respeitando o limite máximo da competição. Entretanto, a bateria que estamos usando tem capacidade de armazenar carga mais do que 50W. Gostaria de saber se estamos de acordo com regra, visto que nosso consumo é inferior
ao limite máximo.
Resposta: A potência máxima da bateria é limitada somente ao que ela consegue fornecer de corrente com a mínima resistência elétrica possível. Neste caso, um curto circuito nos polos da bateria seria uma condição de máxima potência instanânea gerada. A regra, entretanto, fala em potência instalada de forma a limitar a fonte de energia, mas pensando-se na potência média, ou nominal. Atente-se para o fato de que mesmo instalando uma determinada quantidade de cargas elétricas que exijam da bateria uma potência menor que 50W, se você utiliza uma bateria muito grande, esta pode ser uma perigosa fonte de energia em grande quantidade em casos de falhas dos seue sistemas ou curto circuito, aumentando a possibilidade de incêndio.
MB 34 - Sou Capitão da equipe Beirute carro numero 52 Transmita esta pergunta ao comite, mini Baja, na regra diz que não posso furar o tanquer, e nem a tampa, foi isto que eu entendi. Então a onde coloco o suspiro. E outra perguta jah na parte admistrativa, se este ano, vai te aquela ajuda de custo da petrobras para equipes, que estão participando, pq jah etsa ficando emcima e não vemos comunidado do patrocinio, isto jah tah me deixando nervoso.
Resposta: O item 3.6.2.1 trata com clareza sobre o assunto:
"A check valve in the fuel cap that prevents fuel from leaking in a
rollover or the car being on its side is required. The check valve must be
completely sealed to the cap.
Quanto a verba da Petrobras ainda não está disponibilizada estaremos passando um informativo as equipes a respeito da verba e como adquiri – la.
MB 35 - Sou membro da EQUIPE UNICAMP e estamos com dúvidas no ítem 3.6.2.1 referente ao respiro do tanque. Neste item, pelo que entendi, deve-se montar uma válvula na tampa do tanque que funcione como respiro mas que em caso de capotamento não permita vazamentos. Está correto? O antigo “oito” de mangueira não será mais aceito? E, por fim, de acordo com a nota deste mesmo item, furos no tanque não serão aceitos. Como vamos fazer se estamos com todos os tanques furados devido ao antigo regulamento?
Resposta: O entendimento de vocês sobre a válvula está correto. Quanto ao uso do "oito", a regra é bem explícita neste ponto: "Note: Vent lines out of the tank are no longer allowed."A respeito do tanque ele realmente não pode ter furos, portanto sugerimos que a equipe providencie outro, seja ele novo, usado ou emprestado de outras equipes.
MB 36 - Recebemos a informação, de outra equipe, de que as coberturas dos tubos deveriam deixar uma área livre em torno das soldas ( 1 polegada de distância), para que fossem vistoriadas na inspeção de segurança. Contudo, não encontramos essa exigência nos informes. Onde podemos encontrar essa informação? João Silva Acioli –
Resposta: veja seção 3.2.4.2 da regra.
3.2.4.2 Roll Cage Padding "Any portion of the roll bar, roll bar bracing, SIM, or frame (excluding RRH) between the weld joints which would be contacted by the driver, must be covered by a resilient material such as Ethafoam® or Ensolite® or other similar material, with a minimum thickness of 12 mm ( 0.5 inch). All welded joints must be clear of padding for 2.5 cm ( 1 in) along each tube to permit inspection of the weld."
MB 37 - Bom dia. Sou da Equipe UNICAMP e estamos com uma dúvida quanto ao travamento do elementos de fixação (parafusos e porcas). De a acordo com o sub-item 3.8.1, todos os parafusos da direção, suspensão, freio (cáliper e cilindro mestre) e o cinto de segurança devem possuir porca travante (anel de nylon) ou travamento com arame. Isso quer dizer que podemos usar parafusos auto-tarraxantes para fixar uma tampa de chapa de aço da proteção da transmissão? Quer dizer também que os demais parafusos, não pertencendo aos conjuntos citados no item 3.8.1, não precisam ser travados com porca auto-travantes ou arame?
Resposta: Sim, pelo regulamento somente os elementos de fixação dos sub-sistemas citados é que devem ser obrigatoriamente frenados. Logicamente que o uso de frenos em outras aplicações é permitido, e desejado
MB 38 - Sou da Equipe EESC USP Mini Baja. Estamos com certa dúvida quanto ao informe de fixação dos cintos. Gostaria de saber se posso eliminar a chapa de fixação e trocá-la por um parafuso, como na foto em anexo. Para nós tal solução é viável, pois também trabalha na direção de tração do cinto, porém diretamente no mesmo.
Resposta: Pela imagem enviada entendemos que a solução não é aceitável pois o cinto de segurança sem a chapa de fixação não está na configuração homologada (SFI 16.1). Além disso, na montagem apresentada, o parafuso que substitui a chapa não estará desempenhando sua função primária, o que deixa dúvidas quanto à capacidade do mesmo em aguentar as cargas impostas. Existe também a possibilidade de roçamento nas bordas e desgaste do material